Vou começar o primeiro texto a esmo falando de um tema atual: a política. Enquanto os pilantras, que roubam receitas oriundas do bolso da nação, tentam se matar em nome de partidos e ideologias arcaicas, a nação do país continental chamado Brasil ainda passa fome e clama por justiça, uns com tanto, outros com nada. É a desiguldade social que impera, Adriano o Imperador que corria nos morros cariocas para relembrar os velhos tempos, com fuzis, motos, carros e muita gente fina reunida para celebrar a vida com o grande jogador que fodeu a Argentina no último segundo em 2004, feito histórico para a Seleção canarinho. Outro assunto que incomoda quanto a prisão ilegal de pássaros da fauna brasileira, o governo faz vista grossa com os traficantes dos pobres bichinhos, que até cantam, mas por tristeza, comem a porcaria do alpiste, mas sonham com a tradicional minhocada ao molho pardo de domingo, todo domingo é assim, eu acordo, leio o jornal, ligo a TV e Fernando Caruzo está no Multishow, show de bola, a bola rola mais tarde na Globo para os reles mortais, já para os fanáticos, a bola rola via pay-per-view e tomar a cervejinha gelada é mais que uma tradição, é um dever civil. A Civil não fica de fora, é polícia brigando com polícia, ninguém se entende, os idiomas divergem nas variáveis da língua do sistema e o preço pode ser muito alto pela falta de organização estrutural desses indivíduos. O indivíduo se sente fora da sociedade, é um intelectual, é um cara de esquerda que preserva os valores humanos, mas renega a humanidade e está com medo, muito medo, do que vem pela frente. E de frente, meu caros amigos, não há sombras para mudar as faces, coma alfaces, coma tomates, coma cenouras. Coma. Coma. Coma. Como a gente pode não notar que uma pessoa em coma também é uma vertente da vida? Fixação pela morte anunciada, ausência de esperança e foco na tragédia, coisas que o mundo moderno quer ver no telejornal, depois daquele boa noite efusivo dos apresentadores, é uma das 7 maravilhas do mundo poder contemplar com pena a dor alheia, a dor gera misecórdia, o povo gosta de piedade, sem idade, sem classe social, sem vergonha de admitir. Vence a sociedade programada para fingir ser sociedade e o adversário derrotado, com o controle remoto na mão, é o cliente em potencial desse comércio intangível, acima das leis.
O mundo é como um balão: Quando o ar falta, o chão aparece.
A nossa sociedade tem a necessidade da miséria para poder fazer a caridade.
ResponderExcluirBlog maldito que apaga meus comentários ¬¬
ResponderExcluirEnfim, curti o texto Rô!
mandou bem!
beijos
Raqs
Parabéns pela iniciativa, mandou bem no texto e na visão ampla sobre a verdadeira sociedade. Isso é Brasil, jamais esqueça disso.
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