O trabalho é a ilusão da sua vida, é o molho imponente que jogam na sua macarronada sem você ter requisitado. Claro que é uma grande utopia afirmar a esmo que somos uns iludidos e que deveríamos jogar a merda no ventilador, pegar uns trapos e ir praticar o amor universal com os demais, mas é também necessário afirmar isso, é preciso que nos esforcemos mais em buscarmos coisas que realmente nos mostrarão quem somos, e o trabalho, quase sempre árduo, nos consome, nos afasta de quem realmente deveríamos ser, tudo em nome do dinheiro, as pessoas se usam, se aguentam, não dormem e atiram para todos os lados seus medos e suas restrições sobre viver, sobre sentir, sobre renunciar, sobre o destino, até inventam que sabem o que é o amor, tolinhos. O trabalho, essa ação sem sentido que a certa altura da sua vida dizem que é o normal, é a sua fonte de renda, sua carta de acesso ao mundo real, mundo real inventado pelos líderes manipuladores, mundo real criado pelas religiões, um mundo real-surreal, cheio de fantasias esquecidas e de mentiras arcaicas. É por causa do trabalho que maridos não suportam mais esposas, é por causa do trabalho que namoros acabam, é por causa do trabalho que a ganância prolifera, é por causa do trabalho que as pessoas esqueceram quem são, é por causa também do resultado esperado: o dinheiro. Pensem, amigos, onde está o verdadeiro sentido em trabalhar para sustentarmos os controladores do universo? Onde está a ideologia de sucesso? Se fomos feitos a imagem e semelhança de Deus, qual é o emprego dele? Os deuses nos invejaram na criação do mundo e por isso nos amaldiçoaram com o trabalho, nos amaldiçoaram quando atiraram areia em nossos olhos, impedido que nós pudéssemos ver além do horizonte. O trabalho é só uma das muitas mentiras da sociedade, é um muro rígido, erguido com braços alheios para dominar o mundo - domínio falso inclinado a desmoronar. E o desmoronamento, assim como em Berlim, depende do fim das fronteiras e da aceitação do que somos e para onde vamos, não se deixem enganar pelos jornais, levem em consideração o que um dia Jesus alertou ao expulsar comerciantes do Templo de Deus, eles nos alertou sobre o perigo, mas somos cegos.
A mudança é como uma chamada a cobrar: Você aceita se sabe que pode ser uma emergência.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
O amor dentro da liberdade dos Maias nessas eleições.
Eis o tal sentimento, a causa das causas, o deus dos deuses, o índice dos livros, a eletricidade para as recargas, a linha tênue entre o quase fim e o fim, o impasse da impaciência, a plena dúvida da mais firme incerteza, a espada que corta nossos corações em mil pedaços e a rosa que nos afaga nos próprios braços, a frieza do não frente a alegria de um sim, o GPS dos perdidos, a perdição dos mais perdidos ainda, a indefinição por si, ah, o amor. E justamente quando estamos prontos, surgem os atrasos de última hora, os motores já estão ligados, todo mundo te espera, mas algo falta, falta ganhar tempo, falta inventar o que você nem sonha em inventar, como numa partida de futebol, onde o centroavante aguarda, tranquilamente, o momento certo para fazer a torcida ir ao delírio, seguro de si, ele sabe que a qualquer momento ele saírá da faceta de mais um jogador, para cair nos braços dos que o amam como mais nobre guerreiro. As partes oprimidas pela impiedade dos que vencem irão chorar, como na América (e no mundo) choram as pessoas que sofrem pela opressão que vem de lados tão opostos, que elas não sabem para onde devem fugir. A fuga oferece a adrenalina, a busca pela liberdade não deve ser medida, porque ela é falsa, qualquer busca que se julgue ser por liberdade é uma calúnia, um devaneio de um idealista qualquer, não existe liberdade capaz de ser compreendida no universo, portanto, aos que buscam ela, aconselho desistirem dessa causa e trocarem por outra busca: a paz. Decida quem você, faça um MSN com seu nome e avante, amigo, vamos para a guerra. E a guerra já começou no Brasil, Lula elegeu Dilma, o PSDB não soube fazer oposição, pagou pelo erro e deixou o país na mão das mesmas moscas, o que não é trágico, analisando o fato de que o Brasil já estava perdendo com esses dois candidatos pouco funcionais para uma nação emergente que carece de mais informação, mais educação e mais funcionalidadae na esfera estadual. E não esperem por 2014, não vai ter Copa no Brasil, porque em 2012 estaremos renascendo para uma outra realidade, acabará o calendário Maia da paz e começará o calendário Maia da união, religiosos se matarão, a não existência de Deus será proclamada como verdade incontestável, a inversão de polos será quase letal, porém, só os bons provarão que a raça humana ainda tem salvação. Merecemos outra chance, tal como o centroavante quando erra o penal.
O pênalti é como o sexo: Você escolhe onde coloca, com que força, faz uma paradinha e, às vezes, não rola.
O pênalti é como o sexo: Você escolhe onde coloca, com que força, faz uma paradinha e, às vezes, não rola.
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A juventude amarela que se mistura no banco.
A juventude é uma fase brilhante na vida de qualquer pessoa, é justamente nessa era que as pessoas desfrutam dos maiores prazeres do paraíso e dos maiores desgosto do inferno, porque a juventude quebra as regras, a juventude destrói barreiras, a juventude não é uma ciência exata e suas variáveis extrapolam e repudiam a moralidade. Ser jovem é caminhar pelo perfume do fascínio e adoecer na lamúria do sórdido. E sempre que o imponente sol arder em nossos rostos, iremos nos lembrar com saudade daqueles fins de semana na praia, do vento no rosto, do som plugado aos ouvidos e daquela caminhada marota à beira-mar com as sandálias havaianas na mão, isto porque, quase sempre, invertemos as coisas e trocamos os pés pelas mãos ou, em casos mais possessivos, damos as mãos e já querem nossos pés, mas, se estivermos cegos de amor, possivelmente doaremos até nossas almas. Aliás, de longe, uma adoção é uma doação, mas o preço que os novos pais pagarão pode ser alto, tão alto quando um jogador de basquete, tão alto quanto o salário dos nossos amigos de Brasília. Amarela é uma cor que corrompe nossas decisões de compra, sabiam disso? A cor amarela aturde, incomoda e, no fim, a gente se deixa levar por essa cor da camisa da Seleção brasileira, dessa brava gente brasileira que, diante das cores e mundos, nunca duvidou de um amanhã melhor, o amanhã que vai chegar é o presente que aqui está e o passado que foi pra lá. É a temática da matemática, é a logia da biologia, é a experiência da ciência, é o ês do inglês. Já repararam que a mistura das coisas causa diversão? A gente se diverte quando se mistura, a fila do banco é uma diversão, o motoboy firula com o celular na mão, o aposentado perdendo a visão, a gostosa chamando a atenção, a feiosa sacando a pensão, o bebê no colo pra não pegar fila é uma armação, a velha caduca que não sabe passar o cartão e aí chega o carro blindado, um camburão, cheio de dinheiro, entram os caras com armas na mão, pessoas se olham, é aquela tensão, será que agora aparece um ladrão? Poxa, é uma novela em que todos podem atuar, juntem suas contas para pagar, mas, na sua vez, que baita azar: Desculpe, senhor, sistema fora do ar.
Nossas mãos são como uma camisa velha rasgada: Só nos serve quando aceitamos que podemos usar sem pudor.
Nossas mãos são como uma camisa velha rasgada: Só nos serve quando aceitamos que podemos usar sem pudor.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
O ímpossível elevador dos filmes além da imaginação.
Quantas vezes o elevador te leva além de onde você queria ter ido? Muitas vezes. Em outras, você fica no meio do caminho, seja pela falha no botão com H1N1 ou por desatenção e ao chegar no andar desejado, sai do elevador com a convicção de que foi vencedor diante de um obstáculo imposto pelo sistema, afinal, as possibilidades de você entrar num elevador e ficar preso com pessoas idiotas ao seu lado são muito altas, embora a maioria do povo só tenha presenciado essa cena em filmes. Os filmes estão acima das leis, de todas as leis, sendo assim, os filmes são estranhos forasteiros que invadem nossas vidas, armados com emoção, aventura, crime, paixão, sexo, gravidade zero, som no vácuo, vida após a morte, delírio, sonhos, carros e tudo o mais. Eles impõem uma realidade e influenciam nos modos da sociedade tal como a sociedade se influencia com as mensagens publicitárias a grosso modo, se deixando levar por questões pouco importantes para o desenvolvimento total, porém, é importante lembrar que não definimos ainda porque as questões indefinidas têm definidas suas indefinições e por que as definições estão longe de serem úteis, é curioso imaginar. Eu defino a imaginação como um ponto de partida de um caminho que, a certa altura do campeonato, cairá no mesmo caminho da realidade e essa mistura venenosa é o que vai gerar a confusão sobre sentir-se ou não sentir-se parte de alguém ou do mundo, a realidade se baseia na experiência, a verdade depende da realidade, a realidade não depende da verdade e a imaginação - fonte das fontes - é a balança para que o vidro não se quebre. Um vidro que talvez nem exista. As coisas que não acontecem são as que mais fazem falta para as pessoas, e as coisas que acontecem são compreendidas na gaiola da rotina, nossa missão é fazer o que não fizeram e tirar do insconciente coletivo essa idéia do impossível. Tente voar, tente mergulhar no fogo, tente segurar essa sua respiração por 3 horas embaixo da água, tente sexo com formigas, pule de um prédio e tente evitar seu suicídio. Tente, inove, mude, seja um mito, pratique a verdade das mentiras e a mentira das verdades, inverta os valores morais, danifique os costumes arcaicos e proclame ao mundo que conheceu a epistemologia no fundo do seu ser.
A verdade é como um avião: Tem seu rumo certo, sempre se atrasa, às vezes não é auto-suficiente e cai por terra.
A verdade é como um avião: Tem seu rumo certo, sempre se atrasa, às vezes não é auto-suficiente e cai por terra.
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
O poder da mente pode alterar o mundo físico com um astronauta sob uma moto?
O poder da mente pode alterar o mundo físico?
O assunto em pauta é curioso. Será que o poder de nossas mentes, alvo de estudos há milhares de anos, pode realmente alterar o mundo físico? Onde está a nossa fé, citada outrora na Bíblia, que moverá as montanhas? Eu acredito no poder da mente em alterar o mundo físico, num simples exemplo: Você está lá, na boa, marasmo, curtindo a solidão inevitável da capital, o telefone toca, são seus leais amigos te convidando para o óbvio, sair na "night", ficarem bêbados ao som de Plebe Rube e mais bêbados ainda cantarolando Bruno e Marrone. Naturalmente, você aceita o convite, pois seus contatos de MSN estão um bocado chatos e você não aguenta mais aquela tela difícil de passar no God of War, portanto, nem PC, nem vídeo-game, você vai mesmo é para o bar. Até aí, tudo bem, você vai me perguntar porque estou explicando cautelosamente, não é? Não? Ok, eu te substimei. A verdade é que no auge do seu porre, você vai tropeçar na calçada, você vai cair, sua cabeça - armadura da sua mente - irá colidir com o solo e a calçada, que estava com um pedaço podre por um triz, se quebrará: Touché! Você alterou aquela calçada com o poder de sua mente (uma cabeçada ivoluntária, na verdade, mas não conte a ninguém). De volta ao mundo real, toda manhã é mais dolorida que a anterior, as pessoas voltam a acreditar na verdade que o mundo inventou, de que o trabalho te dignificará, além daquela clássica "Deus ajuda a quem cedo madruga". Sei. Deus ajuda a quem ganhou na Mega-Sena, deixemos essa ingenuidade travestida de conformismo para os demais, e nunca é demais, demais é nunca, nunca é quase sempre e sempre a gente tem que acordar cedo e buscar espaço, buscamos o espaço, mas não somos reconhecidos pela NASA, como os astronautas, aliás, será que o homem foi à lua mesmo? Se o filho da puta não consegue nem andar mais sem GPS no carro ou sem ir até “ali” sem consultar no Google Maps, porque eu acreditaria que ele foi à lua com um foguete e, pior ainda, sem asas? Asas da liberdade é Honda, Yamaha come pó, andar sobre duas rodas te oferece o perigo, a moto é seu sonho, mas também seu inimigo, em fração de segundos o jazigo pode ser seu novo abrigo. Rima comigo. Vamos viver para morrer ou viver para viver e morrer, tudo isso vai depender de quem você deseja ser, no que você vai crer, que time irá torcer, o que fingirá não ver e o que fará pra valer. E assim, tranquilamente, simplesmente morrer.
A vida é como uma moeda: Seu real valor só é percebido quando se tem união.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
A política do caos do sistema que a sociedade chora.
Vou começar o primeiro texto a esmo falando de um tema atual: a política. Enquanto os pilantras, que roubam receitas oriundas do bolso da nação, tentam se matar em nome de partidos e ideologias arcaicas, a nação do país continental chamado Brasil ainda passa fome e clama por justiça, uns com tanto, outros com nada. É a desiguldade social que impera, Adriano o Imperador que corria nos morros cariocas para relembrar os velhos tempos, com fuzis, motos, carros e muita gente fina reunida para celebrar a vida com o grande jogador que fodeu a Argentina no último segundo em 2004, feito histórico para a Seleção canarinho. Outro assunto que incomoda quanto a prisão ilegal de pássaros da fauna brasileira, o governo faz vista grossa com os traficantes dos pobres bichinhos, que até cantam, mas por tristeza, comem a porcaria do alpiste, mas sonham com a tradicional minhocada ao molho pardo de domingo, todo domingo é assim, eu acordo, leio o jornal, ligo a TV e Fernando Caruzo está no Multishow, show de bola, a bola rola mais tarde na Globo para os reles mortais, já para os fanáticos, a bola rola via pay-per-view e tomar a cervejinha gelada é mais que uma tradição, é um dever civil. A Civil não fica de fora, é polícia brigando com polícia, ninguém se entende, os idiomas divergem nas variáveis da língua do sistema e o preço pode ser muito alto pela falta de organização estrutural desses indivíduos. O indivíduo se sente fora da sociedade, é um intelectual, é um cara de esquerda que preserva os valores humanos, mas renega a humanidade e está com medo, muito medo, do que vem pela frente. E de frente, meu caros amigos, não há sombras para mudar as faces, coma alfaces, coma tomates, coma cenouras. Coma. Coma. Coma. Como a gente pode não notar que uma pessoa em coma também é uma vertente da vida? Fixação pela morte anunciada, ausência de esperança e foco na tragédia, coisas que o mundo moderno quer ver no telejornal, depois daquele boa noite efusivo dos apresentadores, é uma das 7 maravilhas do mundo poder contemplar com pena a dor alheia, a dor gera misecórdia, o povo gosta de piedade, sem idade, sem classe social, sem vergonha de admitir. Vence a sociedade programada para fingir ser sociedade e o adversário derrotado, com o controle remoto na mão, é o cliente em potencial desse comércio intangível, acima das leis.
O mundo é como um balão: Quando o ar falta, o chão aparece.
O mundo é como um balão: Quando o ar falta, o chão aparece.
O começo de um começo sem começo e a esmo.
Olá, frimesa?
Acabou de me ocorrer essa idéia magnífica de blogar uns textos sem pé, nem cabeça, que são de minha autoria. Eles não seguirão lógica, nem linha de raciocínio, tampouco se afirmarão sobre um assunto em pauta para um texto específico, são apenas idéias e críticas sem nenhum padrão construtivo ou conceito moralista que possa mudar o mundo, são textos curtos ou longos, que dependerão do dia, dependerão do que eu lembrar e, principalmente, dependerão do que eu já tenha bebido.
Bem-vindos ao mundo das minhas idéias, fiquem à mercê dessas crises de surto, rendam-se ao que vocês sempre quiseram ler numa paulada só. Entretanto, não sei quando vou ter sempre um tempo, mas os textos são muito bons para ler refletirmos sobre que mundo nós estamos construíndo, destruíndo e deixando para nossos futuros herdeiros cabeças ocas.
Aqui, o jogador de pôquer pode pedir truco sem medo de estourar 21 e com chance de gritar BINGO sem estar em posição de impedimento!
( E não reparem no layout, com o tempo vou ajeitando as coisas.)
Avraços.
Acabou de me ocorrer essa idéia magnífica de blogar uns textos sem pé, nem cabeça, que são de minha autoria. Eles não seguirão lógica, nem linha de raciocínio, tampouco se afirmarão sobre um assunto em pauta para um texto específico, são apenas idéias e críticas sem nenhum padrão construtivo ou conceito moralista que possa mudar o mundo, são textos curtos ou longos, que dependerão do dia, dependerão do que eu lembrar e, principalmente, dependerão do que eu já tenha bebido.
Bem-vindos ao mundo das minhas idéias, fiquem à mercê dessas crises de surto, rendam-se ao que vocês sempre quiseram ler numa paulada só. Entretanto, não sei quando vou ter sempre um tempo, mas os textos são muito bons para ler refletirmos sobre que mundo nós estamos construíndo, destruíndo e deixando para nossos futuros herdeiros cabeças ocas.
Aqui, o jogador de pôquer pode pedir truco sem medo de estourar 21 e com chance de gritar BINGO sem estar em posição de impedimento!
( E não reparem no layout, com o tempo vou ajeitando as coisas.)
Avraços.
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