Era e ainda é terça-feira,
o pássaro de aço cortou o ar,
atravessou a fronteira,
e o país começava a sangrar.
E havia mais por vir,
um sozinho não bastaria,
duas torres para implodir,
em pouco tempo outro viria.
Os patrões do mundo,
os donos da maior cerviz,
que golpe profundo,
no coração daquele país.
Que será que matou mais,o pássaro de aço cortou o ar,
atravessou a fronteira,
e o país começava a sangrar.
E havia mais por vir,
um sozinho não bastaria,
duas torres para implodir,
em pouco tempo outro viria.
Os patrões do mundo,
os donos da maior cerviz,
que golpe profundo,
no coração daquele país.
o terrorismo do barbudo,
ou o terror que não sai nos jornais?
Comigo penso e fico mudo.
Contra-atacar foi a resposta,
algum país era culpado,
um presidente de bosta,
e um inimigo aliado.
O mundo jamais foi igual,
e o medo venceu com vigor,
mas aqui ainda tem carnaval,
futebol, cerveja e amor.
A humanidade é como um porta-retrato sem apoio: Tem lá seu valor, mas perdeu o seu alicerce.
Seledon, Rodrigo. 10/09/2011.
Nenhum comentário:
Postar um comentário